COLISEU
O Coliseu, também conhecido como Anfiteatro Flaviano, deve seu nome à expressão latina Colosseum (ou Coliseus, no latim tardio), devido à estátua colossal de Nero, que ficava perto a edificação. Localizado no centro de Roma, é uma excepção de entre os anfiteatros pelo seu volume e relevo arquitectónico. Originalmente capaz de albergar perto de 50 000 pessoas[1], e com 48 metros de altura, era usado para variados espetáculos. Foi construído a leste do Fórum Romano e demorou entre oito a dez anos a ser construído.
O Coliseu de Roma foi construído entre 70 e 90 d.C. Iniciado por Vespasiano de 68 a 79 d.C., mais tarde foi inaugurado por Tito por volta de 79 a 81 d.C., embora apenas tivesse sido finalizado poucos anos depois. Empresa colossal, este edifício, inicialmente, poderia sustentar no seu interior cerca de 50 000 espectadores[1], em três andares. Durante o reinado de Alexandre Severo e Gordiano III, foi ampliado com um quarto andar, podendo abrigar então cerca de 90 000 espectadores [carece de fontes]. Finalmente foi concluído por Domiciano, filho de Vespasiano e irmão mais novo de Tito, por volta de 81 a 96 d.C..
No Coliseu eram realizados diversos espectáculos, com os vários jogos realizados na urbe. Os combates entre gladiadores, chamados muneras, não eram pagos pelo Estado, mas sim por indivíduos em busca de prestígio e poder.
Outro tipo de espetáculos era a caça de animais, ou venatio, onde eram utilizados animais selvagens importados de África. Os animais mais utilizados eram os grandes felinos como leões, leopardos e panteras, mas animais como rinocerontes, hipopótamos, elefantes, girafas, crocodilos e avestruzes eram também utilizados. As caçadas, tal como as representações de batalhas famosas, eram efetuadas em elaborados cenários onde constavam árvores e edifícios amovíveis. Estas últimas eram por vezes representadas numa escala gigante; Trajano celebrou a sua vitória em Dácia no ano 107 com concursos envolvendo 11 000 animais e 10 000 gladiadores no decorrer de 123 dias.
Fórum Romano
O Fórum Romano (em latim: Forum Romanum) era o principal centro comercial da Roma Imperial. Ali havia lojas, praças de mercado e de reunião. Também era o local onde exatamente ficava o coração comunal. Sequências de remanescentes de pavimento mostram que o sedimento corroído das colinas circundantes já levantava o nível do fórum nos primeiros tempos republicanos. Originalmente ele tinha sido terreno pantanoso, que foi drenada por Tarquínio com a Cloaca Máxima. Seu pavimento final de travertino, ainda para ser visto, data do reinado de Augusto.
As principais características do teatro romano derivam em princípio das do teatro grego, uma vez que a própria arquitetura romana deriva diretamente da arquitetura grega do período helenístico.
Teatro de Roma
Os primeiros teatros eram construídos em madeira. Eram derrubados depois que o acontecimento para o qual foram erguidos se concluía. Uma lei impedia a construção de teatros permanentes. Foi assim que, em 55 a.C. foi erguido o Teatro de Pompeu com um templo, a fim de burlar a vedação legal.
Com o passar do tempo, os teatros romanos desenvolveram características específicas. A maior parte dos que se conservaram seguem um modelo arquitetônico proposto por Marco Vitrúvio, constituído por:
Scenae frons (frente do cenário, do palco), normalmente composto de uma dupla linha de colunas.
Orchestra, semi-círculo diante do proscênio, onde se sentavam as autoridades.
Aditus, corredores laterais para entrada na orchestra.
Cavea, estrutura semi-circular onde, segundo a escala social, sentavam-se os espectadores. Era sub-dividido em: ima cavea, media cavea e summa cavea.
Vomitoria: Entradas abobodadas por onde se acessava à cavea.
Muralhas Romanas
A chamada Muralha Serviana (em latim Murus Servii Tullii) era uma barreira defensiva construída ao redor da cidade de Roma no início do século IV a.C.. O muro tinha 3,6 metros de espessura, 11 quilômetros de comprimento e mais de 12 portas[1].
A primeira defesa de Roma consistia sobretudo em um agger [2] erguido ao redor da cidade no início do século VI a.C. e atribuído ao sexto rei romano, Sérvio Túlio.
A muralha em tufo do qual se vê resquícios atualmente foi na realidade construída no período da República Romana ao longo do mesmo traçado, reforçada amiúde em substituição ao antigo agger, depois do saque de Roma no século IV a.C.[3] e muito provavelmente utilizando as mesmas fortificações precedentes, das quais restam pouquíssimos traços.
Segundo Tito Lívio foram construídas 378 a.C. pelos censores Espúrio Servílio Prisco e Quinto Clélio Sículo. Para acelerar a sua construção foram abertos muitos canteiros de obra simultâneamente.
A Muralha Aureliana (em italiano: Mura aureliane) é um conjunto de muralhas erguidas em Roma, entre 271 e 275, durante o reinado dos imperadores romanos Aureliano e Probo. Englobava todas as Sete Colinas de Roma, além do Campo de Marte e do distrito do Trastevere, na margem esquerda do rio Tibre. As margens do rio situadas dentro dos limites da cidade parecem não ter sido fortificadas, embora o fossem com certeza ao longo do Campo de Marte.
A sua extensão total era de 19 quilômetros, e cercava uma área de cerca de 13,7 quilômetros quadrados. Os muros foram construídos com concreto, recoberto por tijolos, e têm 3,5 metros de espessura por oito de altura, com uma torre de planta quadrada a cada 100 pés romanos (29,6 m). Reformas realizadas no século V dobraram a altura da muralha para 16 metros; à época, o complexo tinha 383 torres, 7020 almenaras, 18 portões principais, cinco poternas, 116 latrinas e 2066 grandes janelas externas
LEEEEEEEEEEEEEEGAaaaaaaaaaaaaaaallllllllllll
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